5 formas de ajudar as crianças a lidar com a frustração

Sentir-se derrotado é muito difícil. Se para os adultos é tão doloroso, imagine para as crianças, que ainda não entendem bem seus sentimentos. Todas as crianças passarão por frustrações em algum momento, isso é inevitável. Mas cada experiência é um pequeno passo para tornar-se um adulto mais forte, mais resiliente.

Aqui estão 5 formas de ajudar as crianças a superarem os sentimentos da decepção, derrota e da frustração:

  • Mostre sua compreensão. Aqui vale lembrar aquela situação parecida que você tenha vivenciado na infância ou até recentemente. Relate o que aconteceu e como você se sentiu também. Diga “Eu sei como você se sente!”. A ideia é simplesmente oferecer apoio, usando a empatia. Ficamos mais fortes quando descobrimos outras pessoas em situação parecida, não?
  • O fracasso é desagradável, mas é uma forma de aprendizado. A gente nunca perde: ou se ganha, ou se aprende. Ensine a criança (aproveite para aprender também!) a não ter medo de fracassar, pois isso nos ajuda a repensar o que foi feito, estudar uma nova forma de fazer e recomeçar.
  • Por falar em recomeço, é o momento de aprender sobre motivação. Você sempre pode tentar uma segunda ou terceira vez. Mas é preciso buscar a motivação para recomeçar.
  • Valorize o esforço, não só as conquistas. Faça com que a criança perceba a importância de ter tentado, de ter se dedicado. O foco não é a nota boa, e sim a dedicação ao estudo.
  • Deixe que a criança aprenda com suas vivências. Você pode apoiar, incentivar, aconselhar, mas não pode fazer por ela. Ela precisa tentar, errar, encontrar motivação e recomeçar. E tudo isso a fará aprender a lidar com suas próprias frustrações e decepções futuras.

Cá entre nós, as frustrações tendem a ficar bem maiores com o passar dos anos, não é mesmo? Por isso é tão importante não minimizar os sentimentos da criança e deixá-la aprender a lidar com suas próprias decepções menores. Desenvolver esse aprendizado através de suas vivências faz com que as crianças se tornem adultos mais fortes, mais seguros de si e mais resilientes.

Por Amanda Puly

 

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